Assembleia do SINSENAT realizada ontem precisa ser anulada: processo sem transparência mostra que querem tirar J. Neto a todo custo

Na manhã de ontem, este blogueiro presenciou um verdadeiro absurdo durante a assembleia realizada com o objetivo de afastar o coordenador-geral do SINSENAT, o senhor J. Neto. A reunião, marcada por irregularidades e conduzida por quem não aceitou o resultado das urnas, foi uma afronta à democracia sindical.

A assembleia sequer ocorreu na sede do SINSENAT — local legítimo e próprio para este tipo de deliberação — sendo realizada em outro espaço, de forma suspeita. Na pauta, estava o pedido de afastamento do coordenador com base em denúncias frágeis e sem fundamento.

Durante a votação, comandada por uma confederação sem legitimidade sobre o SINSENAT, não houve qualquer transparência. Diversos crachás foram inseridos no processo de forma obscura, claramente para favorecer os que pretendem tomar à força o comando da entidade.

Era notória a maioria dos servidores presentes apoiando J. Neto, reconhecendo nele um líder de conduta ilibada e de compromisso com a categoria. Ainda assim, os opositores tentaram manipular o resultado em um verdadeiro motim, transformando o processo em um espetáculo vergonhoso.

O Ministério Público precisa intervir, apurar os fatos e anular essa assembleia, que nasceu viciada e sem legitimidade. O que está em jogo não é apenas o cargo de um coordenador, mas a defesa da democracia interna, do respeito às urnas e da autonomia sindical.