DIREITO DE RESPOSTA – ERNESTO MORAES VIANA – Coordenador do SINSENAT

Em atenção às informações incorretas divulgadas, eu, Ernesto Moraes Viana, Coordenador do SINSENAT, esclareço que rompi totalmente com o Sr. José da Cunha Neto em razão de graves fatos por ele praticados, dentre os quais destaco:

Alteração irregular do Estatuto – Realização de Congresso para modificar o Estatuto, descumprindo exigências legais e estatutárias, com o objetivo de ampliar seus poderes como Presidente, mesmo após decisão liminar suspendendo o evento.

O ato gerou prejuízo superior a R$ 80 mil ao Sindicato. (Proc. nº 0883993-68.2024.8.20.5001 – 1ª Vara Cível de Natal/RN). Descontos indevidos – Cobrança em folha de pagamento de associados para custear plano funerário, sem a devida autorização. A denúncia foi protocolada no Ministério Público Estadual. (Proc. nº 3137512052025-0).

Denúncia de assédio sexual – Acusação contra empregada do Sindicato, com ação judicial em curso. (Proc. nº 0000626-11.2025.5.21.0009 – 9ª Vara do Trabalho de Natal).

Pagamento irregular de quase R$ 600 mil – Valores lançados como “Empréstimo” sem que tenham ingressado na Entidade, nem autorizados em Assembleia, como determina o Estatuto. O caso está judicializado e foi comunicado ao MPE. (Proc. nº 0856755-40.2025.8.20.5001 – 15ª Vara Cível de Natal).

Contratação irregular de parente – Emprego do próprio filho, Jonathan Costa Cunha, com salário de R$ 15 mil mensais, em afronta ao Estatuto (art. 89, §1º, III), com ação judicial em andamento e notícia-crime no MPE. (Proc. nº 0856761-47.2025.8.20.5001 – 1ª Vara do Trabalho de Natal).

Diante de denúncias tão graves e devidamente documentadas, qualquer instituição séria teria instaurado sindicância interna para apuração. No entanto, nenhuma investigação foi aberta. Pelo contrário, tentaram me destituir do cargo, convocando assembleia para o dia 04/08/2025, posteriormente cancelada por determinação judicial (Proc. nº 0859485-24.2025.8.20.5001).

Mais recentemente, marcaram nova assembleia para 19/08/2025, cuja legalidade já está sendo questionada judicialmente para também ser anulada.

Todos esses fatos estão formalizados em ações judiciais e procedimentos no Ministério Público, e reafirmo que minhas atitudes sempre tiveram como objetivo defender a legalidade, a transparência e o interesse da categoria.

Ernesto Moraes Viana

Coordenador do SINSENAT