Uma recente matéria publicada pelo Estadão no último final de semana revelou o posicionamento dos deputados federais em relação ao projeto de anistia para os presos dos atos de 8 de janeiro. No Rio Grande do Norte, quatro parlamentares declararam apoio à proposta. No entanto, apenas a deputada federal Carla Dickson (União Brasil) afirmou que a anistia também deve se estender ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O que chama atenção é a postura do deputado federal Sargento Gonçalves (PL). Conhecido por se alinhar à ala mais bolsonarista da política, ele optou por não responder sobre a anistia para Bolsonaro na reportagem do Estadão. A dúvida que fica é: por que o silêncio?
Seria uma estratégia política ou falta de convicção? Se Gonçalves se apresenta como um defensor ferrenho do ex-presidente, por que não declarar apoio à anistia para Bolsonaro? Enquanto o ex-presidente enfrenta desafios jurídicos e políticos, o respaldo de aliados se torna cada vez mais crucial.
O espaço está aberto para que o deputado esclareça sua posição. Afinal, apoio se demonstra com atitudes – e não apenas com discurso.


