Carlos Eduardo Alves, ex-prefeito de Natal, governou a cidade por 12 anos e, agora, tenta se reposicionar como um político renovado. No entanto, seu histórico de decisões durante o tempo à frente da prefeitura mostra um padrão constante de retrocesso que impediu o desenvolvimento de Natal, mantendo a cidade distante de oportunidades e avanços essenciais.

Um dos exemplos mais claros de sua política de atraso foi a retenção do Plano Diretor de Natal, uma peça fundamental para o ordenamento urbano e o crescimento sustentável da cidade. Carlos Eduardo segurou essa atualização estratégica para beneficiar a cidade de Parnamirim, onde seu pai era prefeito na época. Essa manobra travou projetos importantes, limitando o crescimento planejado e comprometendo o futuro da cidade.
Outro episódio emblemático de sua gestão foi a recusa em aceitar Natal como uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Em vez de aproveitar essa oportunidade histórica para transformar Natal em um polo de investimento, turismo e visibilidade internacional, Carlos Eduardo deixou que todos os prazos para candidatura expirassem, eliminando a chance inicial da cidade participar do evento esportivo mais assistido do mundo.
No entanto, graças aos esforços das gestões que o sucederam, Natal conseguiu ser incluída como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. As administrações seguintes atuaram com rapidez e determinação para reverter o prejuízo causado pela inércia de Carlos Eduardo, garantindo que a cidade recebesse os investimentos necessários em infraestrutura, hotelaria, segurança e transportes, projetando Natal no cenário internacional e gerando empregos e renda para a população.
Por que, então, Carlos Eduardo sempre optou pelo caminho do retrocesso para Natal? Suas atitudes mostram um claro desinteresse pelo progresso e pela modernização, mantendo a cidade e seus habitantes presos a um modelo de gestão ultrapassado e ineficiente. Enquanto Natal avançava nas mãos de gestores visionários, Carlos Eduardo preferia o conforto da estagnação, acreditando que a população deveria se contentar com a mediocridade de sua administração.


